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terça-feira, 2 de outubro de 2012


População feminina

atenta ao câncer de mama

  Evelin Campos, da Agência Brasília
População feminina atenta ao câncer de mamaFoto: Lula Lopes
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 Ação internacional de luta contra a doença foi 
lançada no DF, nesta segunda-feira, pelos secretários 
de Saúde, Rafael Barbosa, e da Mulher, Olgamir Amancia
A cor rosa vai enfeitar os principais monumentos e pontos turísticos de Brasília durante o mês de outubro. Locais como o Congresso Nacional, a Esplanada dos Ministérios e o memorial JK receberão a iluminação em alusão à cor do laço que é símbolo mundial da luta contra o câncer de mama. A ação faz parte do movimento popular internacionalmente conhecido como Outubro Rosa.

Lançada no Distrito Federal pelo secretário de Saúde, Rafael Barbosa, e pela secretária da Mulher, Olgamir Amancia, nesta segunda-feira (1º), a campanha pretende alertar sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce da doença. De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), o câncer de mama é o segundo mais frequente no mundo e o mais comum entre as mulheres, sendo responsável por 22% das ocorrências a cada ano. 


No DF, são diagnosticados cerca de 880 novos casos todos os anos. Em 2011, foram registrados 170 óbitos. Segundo o secretário de Saúde, o maior problema ainda é a detecção tardia da doença. “As mulheres devem realizar o autoexame e, a partir dos 40 anos, procurar a rede para fazer a mamografia ou ecografia. Se houver histórico familiar, recomenda-se o exame aos 35 anos”, apontou Rafael Barbosa. 


Para conscientizar a respeito da prevenção, o Outubro Rosa prevê um calendário de atividades. “Vamos distribuir materiais informativos sobre como se prevenir e onde fazer o exame de mamografia”, afirmou Olgamir Amancia, ressaltando dois eventos no Congresso Nacional: a sessão solene, hoje, às 18h30; e a mesa de debate com a presença de médicos e cirurgiões, no dia 18, às 9h30. 

Ações na Saúde – Aperfeiçoar a rede de atendimento para prevenção e tratamento de casos de câncer de mama é a meta da Secretaria de Saúde. Entre as principais iniciativas está a Unidade Móvel de Saúde da Mulher. Lançada no dia da mulher, em 8 de março, ela percorre regiões do DF e realiza mamografias, ultrassonografias e exames preventivos. A chamada Carreta da Mulher já realizou mais de 19 mil exames, entre eles 5,7 mil mamografias. 

Com o sucesso do projeto, está prevista a aquisição de mais cinco unidades móveis, duas ainda este ano. A carreta está interligada à atenção primária, com o objetivo de otimizar o diagnóstico realizado pelos 11 mamógrafos existentes nos hospitais regionais. De acordo com a gerente de câncer da Secretaria de Saúde, Cristina Scandiuzzi, existe a possibilidade de ampliação do funcionamento dos aparelhos, que geralmente atendem das 7h às 19h. 

A criação de três centros de diagnóstico precoce com equipamentos de alta tecnologia nos Hospitais de Base e Regionais de Sobradinho e Ceilândia também promete melhorar a recepção das pacientes. A unidade em Sobradinho deve ser inaugurada na próxima semana. A regulamentação das consultas com médicos mastologistas, por sua vez, vai possibilitar o encaminhamento imediato caso o exame confirme a doença. 

A demanda reprimida de operações de reconstrução mamária também está sendo solucionada. A fila de espera, que era de 364 pessoas em 2011, foi reduzida a 42 com a realização de mutirões de cirurgias. A expectativa é que a fila seja zerada até o final do ano. “Estamos reorganizando a rede de saúde para garantir acesso qualificado e tratamento multidisciplinar a essas mulheres”, destacou o secretário de Saúde. 

Prevenção – A partir dos 20 anos, a mulher já deve ficar atenta ao próprio corpo e se submeter a exames preventivos ginecológicos e fazer o autoexame de mama. Para identificar sintomas do câncer de mama, o recomendável é que a partir dos 40 anos seja feita mamografia a cada dois anos. Caso a mulher tenha histórico da doença na família, é recomendável o procedimento a partir dos 35 anos. 

Se os testes clínicos apontarem alguma alteração, a mamografia também poderá ser antecipada. “Historicamente, a mulher não foi ensinada a cuidar de si mesma, mas sim a cuidar dos outros. Com o Outubro Rosa, do qual o DF participa desde o ano passado, estamos construindo um esforço para enfrentar o debate sobre o câncer de mama”, enfatizou a secretária da Mulher. 

Ponto eletrônico – Durante o lançamento da campanha, o secretário de Saúde comentou a liminar da Justiça que adiou por 30 dias o uso do ponto eletrônico no Hospital de Base por 30 dias. O argumento utilizado pelo Sindicato dos Médicos do DF (Sindmédico-DF), que entrou com o pedido na sexta-feira, foi de que o período para adaptação às novas regras estava curto. Segundo Rafael Barbosa, a inclusão do ponto eletrônico foi amplamente discutida com os trabalhadores e não teve negativa por parte de nenhuma categoria na época. “No Hospital de Santa Maria, por exemplo, a medida já está funcionando e nunca foi questionado”, exemplificou o secretário. “O ponto eletrônico é uma política de modernização da gestão e veio para controle social, até mesmo da própria população”, acrescentou.


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segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Raad quer ISS de cartões 
de crédito retidos em Brasília

Raad, que hoje comanda a Secretaria da Micro e Pequena Empresa e Economia Solidária, afirmou que as operadoras, para fugir do pagamento da alíquota de 5% cobrada na Capital, recolhem os impostos no município de Barueri, em São Paulo, onde a taxa é de 0,2%.

"A cobrança sobre o serviço prestado pelas operadoras de cartões de crédito e débito deveria ser realizada no DF, onde é realizada a transação financeira. São bilhões em impostos que Brasília não recebe e que atenderiam a população nas áreas de saúde, segurança, educação, e saneamento”, disse Raad.
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Acordo com a União Planetária
A Secretaria da Micro e Pequena Empresa e Economia Solidária, firmou acordo de cooperação com a União Planetária.
O acordo assinado focará na atuação em ações voltadas para a erradicação da extrema pobreza e ao atendimento dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio.

SEMPES E CACB firmam acordo

A Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) assinou acordo com a Secretaria da Micro e Pequena Empresa e Economia Solidária.
O objetivo é a cooperação entre as partes no desenvolvimento de ações para o fomento e a capacitação das micro e pequenas empresas.

Homenagem à Comunidade Árabe

Por uma iniciativa do deputado Raad Massouh, a Câmara Legislativa realizou sessão solene em comemoração ao Dia da Comunidade Árabe no Distrito Federal.
A homenagem foi realizada pela importância sócio-cultural que a comunidade árabe representa para a Capital do País.

Resultado da Chamada Pública

Divulgado resultado da chamada pública 001/2012 que selecionou 53 empreendimentos da economia solidária para compor cadastro reserva.
Visando a participação em cursos de capacitação, assistência técnica especializada para a gestão de negócios e ocupação temporária de espaços para exposição e comercialização de seus produtos.


Assistência a quem precisa

  Lúria Rezende, da Agência Brasília
Assistência a quem precisaFoto: Mary Leal
A Secretaria de Desenvolvimento Social e 
Transferência de Renda (Sedest)  está próxima 
de concluir o recadastramento dos beneficiários 
de programas sociais do governo. O titular da pasta, 
Daniel Seidel, detalha o que será feito a partir de agora
A Secretaria de Desenvolvimento Social e Transferência de Renda (Sedest) finaliza em outubro o processo de unificação do cadastro de famílias beneficiárias de programas sociais como o Bolsa Família.  O próximo passo, segundo o titular da pasta, Daniel Seidel, é qualificar profissionalmente os beneficiários e promover sua evolução produtiva. Em entrevista à AGÊNCIA BRASÍLIA, ele detalha as medidas adotadas para reconhecer e redistribuir a renda dos programas e garante que, no próximo ano, haverá investimento na ampliação do acesso a políticas de habitação e educação.

Capixaba de Colatina, Daniel Seidel vive no DF desde 1990. Professor universitário, alcançou reconhecimento pelo desenvolvimento dos Laboratórios de Mediação de Conflitos, na perspectiva da Cultura da Paz e da Não Violência. Iniciou a militância nas Comunidades Eclesiais de Base da Arquidiocese de Vitória (ES) e foi o primeiro secretário Nacional da Pastoral da Juventude do Brasil. De 1995 a 1999, atuou na Administração Regional de Samambaia e foi assessor para Movimentos Sociais da então vice-governadora Arlete Sampaio. Servidor de carreira do Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT), foi cedido em 2011 para exercer o cargo de secretário-adjunto da Sedest. Em 30 de janeiro de 2012, assumiu a secretaria.

Como está a conclusão da migração dos beneficiários dos programas sociais? Depois que terminar essa migração, qual será o próximo passo?

Os dois últimos programas a serem migrados são o Bolsa Escola e o Bolsa Social. Fizemos 33 mil cadastros de remanescentes. Desses, 10, 4 mil  não compareceram ao recadastramento e já não receberão mais benefícios, 12 mil estão fora do perfil do Bolsa Família e 10,6 mil vão ser acompanhados até entrarem no Bolsa Família. Com essa migração e o intenso processo de busca, incluímos mais de 53 mil famílias provenientes de programas anteriores e 22.510 famílias que nunca tinham sido beneficiadas. O resultado é muito importante, porque revela que as políticas públicas anteriores estavam desfocadas, não conseguiam chegar a quem mais precisa, eram políticas passivas. De cada cinco famílias, três estão em situação de extrema pobreza e duas, de pobreza. As de extrema pobreza recebem uma complementação de mais R$ 100 de recursos públicos do GDF que fazem parte do DF Sem Miséria.

A unificação do cadastro dos programas sociais localizou distorções no repasse dos benefícios. Quais foram essas disparidades?

Pessoas que estavam fora do perfil do Bolsa Família e que continuavam sendo beneficiárias. Um exemplo: o antigo modelo do Pão e Leite tinha 10 mil famílias, e no cadastro só constavam o nome e o lugar onde eles buscavam os produtos. Não tinha nenhuma informação sobre endereço, renda, constituição familiar. Isso gerou um descontrole muito grande. No recadastramento, uma parte significativa não compareceu,  e outra parte estava com um perfil maior do que os R$ 140 per capita exigidos, ou seja, dois terços dos cadastrados estavam fora do perfil.

O que o Governo do Distrito Federal está fazendo para corrigir esses problemas encontrados pela Sedest?

O governo já está retirando benefícios das pessoas que não estavam no perfil do Bolsa Família e de todas aquelas que não compareceram ao recadastramento, mesmo com todas as campanhas, chamadas e convocações. Com o recurso que sobrou dessas vagas, nós estamos reinvestindo na melhoria dos serviços para a população, reajustando os valores dos serviços conveniados da Sedest. Em alguns casos, aumentamos em 80% o valor da renda e em outros casos, em até 300%.

Com a readequação, houve o aumento do volume de verba. O senhor poderia mencionar um dos destinos desse recurso?

Nós trabalhamos com o convênio de muitas casas de acolhimento a idosos. Os serviços de conveniência e fortalecimento de vínculos passaram de R$ 185,13 para  R$ 248,17, por mês ao idoso atendido. O serviço de acolhida ao idoso independente foi de R$ 391,95 para R$ 1.269,02, teve um aumento de 320%. O serviço de atendimento ao idoso com dependência teve um aumento de 338%. Ele passou de R$ 358,45 para R$ 1.538,59. Com esse novo repasse, as entidades conveniadas podem contratar médicos, terapeutas e acompanhantes para idosos. Aproximadamente R$ 4 milhões estão sendo redirecionados e, a partir de 1º de outubro, já estarão em vigor. Queremos ampliar as vaga da rede conveniada para atendimento de idosos no ano quem vem em 75%. O intuito é garantir a oferta de serviços públicos diretos.

Qual a avaliação do primeiro ano do DF Sem Miséria? 
Foi um ano de moralização dos programas sociais do DF. O governo de Agnelo Queiroz assumiu uma postura pró-ativa com o apoio da sociedade civil: pastorais sociais da igreja católica, Vicentinos, Pastoral da Criança, mais de mil pastores evangélicos, assistentes sociais e prefeituras comunitárias. Ou seja, não foi uma ação isolada da Sedest. Nós aumentamos em 25% o número de famílias do Bolsa Família. De cada quatro, uma família é nova no programa. São 93.490 beneficiadas, e dessas, 33.271 participam do DF Sem Miséria. É um balanço positivo.

Na semana passada, o governador Agnelo Queiroz anunciou em Brazlândia uma parceria com a União para levar o plano Brasil Sem Miséria à região rural. Como vai funcionar?

O processo de busca pelas famílias rurais consolidou uma parceria entre os 27 Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) e 16 escritórios da Emater. No DF, esse convênio foi assinado pela ministra Teresa Campelo e o governador Agnelo Queiroz.  O benefício será pago pelo cartão Bolsa Família em três parcelas, dentro do plano desenvolvido pelo agente da Emater. Foram encontradas 556 famílias em situação de pobreza ou extrema pobreza. Elas terão direito a um fomento que envolve um recurso de R$ 2.400 para que o agricultor familiar possa investir na produção ou em equipamento. Esse dinheiro não é um empréstimo. Ele é liberado a partir de um projeto desenvolvido por técnicos da Emater junto à família. Nossa perspectiva é fazer  com que essa família ganhe autonomia e perca a dependência do estado.

Quais são as formas de promover a inclusão social sem ser por meio da Bolsa Família?

O fomento é uma delas. A outra é permitir o acesso de famílias que estão em situação de extrema pobreza  a políticas de habitação. Isso porque, na maioria dos casos, quase toda a renda é comprometida para pagar o aluguel de barracos em condições precárias. Com o Bolsa Família e o DF Sem Miséria, nós conseguimos tirar dessa situação 99% das famílias em situação de extrema pobreza. Mas ainda resta o 1%, que é agora a nossa prioridade. A nossa ideia é que os CRAS consigam desenvolver projetos com esses beneficiários, assim como acontece na área rural.

Quais os desafios da Sedest para os próximos meses?

Por causa da Lei de Responsabilidade Fiscal, não podemos contratar mais pessoal para o quadro da secretaria. A solução foi firmar parceria com as organizações sociais. Vamos assinar um acordo de cooperação com a ordem dos Vicentinos. Eles vão ajudar no cadastramento único e na distribuição das cestas emergenciais. Essas cestas, com mantimentos para um mês, funcionam quando a família é localizada, faz o registro no programa, mas, até ele ser efetivado, não tem o que comer. Outro desafio diz respeito à população em situação de rua. É preciso avançar nas unidades de acolhimento. Não queremos que ninguém fique em condição desumana. As pessoas precisam de oportunidade para encontrar seu caminho e crescer na vida.

E as perspectivas para o segundo ano de sua gestão?

Queremos manter o acompanhamento das famílias para que elas, daqui para frente, possam adquirir qualificação pessoal e acesso a outras políticas, como as de educação e profissionalização, para que não dependam mais dos recursos do Estado. Todos os programas têm uma validade de dois anos, e,  após esse prazo, é feita uma avaliação. Realiza-se, por exemplo, uma conferência para saber se elas conseguiram superar essa condição.

Agnelo Queiroz quer trazer 

corrida verde para Brasília

  Secretaria de Comunicação
Agnelo Queiroz quer trazer corrida verde para Brasília
Governador assinou, em Frankfurt, protocol
 de intenções com o City Challenge
Brasília, 30 de setembro de 2012 – O governador Agnelo Queiroz assinou neste sábado à tarde, em Frankfurt, protocolo de intenções entre o GDF e o City Challenge para realizar uma corrida automobilística internacional nas ruas de Brasília em 2014. A reunião com o presidente do City Challenge, Hartmut Beyer, aconteceu na sala executiva do Hotel Hilton poucas horas depois de a comitiva pousar na Alemanha e foi o primeiro ato da missão internacional iniciada na sexta-feira.


O City Challenge é um evento de três dias feito exclusivamente para promover tecnologias sustentáveis. A corrida propriamente dita envolve carros da categoria turismo movidos a células de combustível e monopostos tipo fórmula movidos a eletricidade. Paralelamente, a cidade-sede do evento é tomada por shows, competições de ciclismo, apresentações infantis e festas. O mote não muda: promoção de tecnologias verdes. "Usamos a cidade inteira como palco e a pintamos de verde durante o evento", explicou Beyer.


O City Challenge realiza provas anuais nas cidades de Budapeste (Hungria), Bucareste (Romênia) e Baku (Azerbaijão). Tem contrato de transmissão das corridas para emissoras de 22 países -- o Brasil ainda não as televisiona -- e chega a 600 mil domicílios, segundo os organizadores.


Em sua apresentação, Agnelo disse que Brasília é uma cidade apaixonada por automobilismo. "Temos tradição no ramo, formamos inclusive um tricampeão mundial de Fórmula 1, Nelson Piquet", declarou. "Além disso, toda a concepção urbana está ligada à sustentabilidade."


O governador explicou o momento que Brasília vive com a chegada de grandes eventos internacionais. "Vamos sediar competições importantes em 2013 e 2014, as copas das Confederações e do Mundo de futebol. Para isso, estamos construindo um estádio absolutamente planejado com tecnologias sustentáveis, sendo o primeiro do mundo a angariar a certificação Leed Platinum. A principal avenida da cidade passa em frente a esse estádio, e é lá que penso em fazer a corrida."


Beyer contou que, uma vez assinado o protocolo de intenções, o segundo passo será dado logo depois da prova de Baku, marcada para o fim deste mês. Uma equipe de engenheiros visitará Brasília em novembro para estudar possibilidades de traçado para a prova. "Depois produziremos um relatório e mandaremos ao Governo do Distrito Federal, que o revisará", disse. O plano é fazer a corrida nas ruas da cidade em 2014, durante as comemorações do aniversário de 54 anos de Brasília.


Integrante da comitiva, o deputado Israel Batista garantiu o apoio do Poder Legislativo ao evento. "Daremos toda a cobertura normativa que for necessária. Essa corrida é a cara da nossa cidade."


O secretário de Ciência e Tecnologia, Glauco Rojas, articulou com Beyer a realização de seminários técnicos entre os engenheiros do City Challenge e pesquisadores das universidades do DF para a transferência de conhecimento. "Sei que os brasileiros se interessam muito por etanol, mas nós vimos pesquisando células de combustível, e no resto do mundo já há muita pesquisa sobre a utilização do hidrogênio."


A comitiva liderada pelo governador embarca domingo para Cingapura, onde inicia a segunda etapa da viagem. Nela, apresentações sobre o potencial do Distrito Federal serão feitas a grandes investidores, e o GDF assinará contrato com o governo local para a elaboração do plano de desenvolvimento para os próximos 50 anos.