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terça-feira, 6 de novembro de 2012

MULHER


Atenção à mulher 

no DF é exemplo nacional

  Da Redação
Atenção à mulher no DF é exemplo nacionalFoto: Brito
Secretária da Mulher, Olgamir Amancia, destaca a bem-sucedida política do GDF dedicada a esse segmento, além das ações na área da Saúde Feminina
No fim da tarde de 30 de outubro, o governador Agnelo Queiroz recebeu  em seu gabinete, no Palácio do Buriti, parte da Comissão  Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da  Violência Contra as  Mulheres. Criada em fevereiro deste ano, ela reúne deputadas federais e  senadoras na missão de investigar a situação da violência contra a mulher no  país e apurar denúncias de omissão do Poder Público. 

As parlamentares já estiveram em diversos estados e constataram a  precariedade do sistema de atendimento ao público feminino vítima de  agressões. Profissionais despreparados e estruturas físicas inadequadas  evidenciam que os direitos da mulher correm risco no Brasil. A exceção,  conforme as integrantes da CPMI destacaram, é justamente o Distrito Federal.  Segundo a senadora Ana Rita (ES), o DF “mantém uma estrutura que é modelo  de atendimento às mulheres vitimadas pela violência”. 

O reconhecimento das parlamentares federais fortalece a bem-sucedida  política de atenção às mulheres, concebida pelo governador Agnelo Queiroz, que integra diversos órgãos e coloca em prática  programas e projetos de capacitação profissional, de prevenção a doenças e de defesa dos direitos e da condição feminina.

Cabe à doutora em Políticas Públicas e Gestão da Educação pela Universidade  de Brasília (UnB), Olgamir Amancia, administrar todas essas iniciativas. À  frente da Secretaria da Mulher, ela concretiza as ideias do governador e da  primeira-dama, Ilza Queiroz, e é responsável por apresentar os resultados. “Ainda que já sejam muito positivos, muito há de ser feito”, diz Olgamir. 

Em entrevista à AGÊNCIA BRASÍLIA, a secretária realiza um balanço do  Outubro Rosa, mobilização mundial contra o câncer de mama, da qual o DF fez  parte, como também das ações em andamento na  pasta e dos desafios. "Queremos que a mulher seja protagonista de sua própria  vida, enfrente as questões de gênero e de violência e crie a cultura de cuidar  da própria saúde."

Qual é a sua avaliação do Outubro Rosa no DF?  
Essa é uma campanha muito importante para salvar vidas. Iluminamos a  cidade com a cor rosa, que é símbolo mundial da luta contra o câncer de  mama, distribuímos material informativo sobre a doença e indicamos locais  da rede Pública de Saúde onde são oferecidos serviços de prevenção e  tratamento. Mas é importante ressaltar que a atuação do governo de Agnelo  Queiroz nesta área não se restringe aos 31 dias da campanha. O GDF  desenvolve ações concretas de combate ao câncer de mama 365 dias por ano.  Elas são permanentes. 

Quais são as principais ações? 
Elas são voltadas para a prevenção, o combate da doença e o resgate da  autoestima das mulheres. Para prevenir, temos a Unidade Móvel  de Saúde da Mulher – também chamada de Carreta da Mulher –, lançada  em março deste ano em parceria com a Secretaria de Saúde para  realizar ultrassonografias, mamografias e exames preventivos. Também  estão disponíveis mais mamógrafos nas unidades da rede de Saúde. Além  da unidade itinerante e dos mamógrafos, o governo determinou que todas as  mulheres que passarem pela cirurgia de retirada da mama sejam submetidas  à reconstrução imediatamente. A rede está preparada e tem condições para  isso. Para atender aquelas que já foram mastectomizadas e ainda não fizeram a reconstrução,o governo realizou dois mutirões. Isso melhora o  emocional e a qualidade de vida dessas mulheres. 

Em relação à Unidade Móvel de Saúde da Mulher, o projeto está fazendo  sucesso e servindo de referência. Tanto que o governo já prepara a  segunda unidade... 
Sim. O balanço parcial de outubro mostra que já foram realizados 21.763  exames em 13 regiões do DF. A carreta é um sucesso porque inverte a lógica,  possibilitando que mulheres de áreas mais vulneráveis e distantes tenham  acesso a serviços de saúde e realizem exames que, às vezes, nunca tiveram  a oportunidade de fazer. Para atender toda a demanda existente, o governo adquiriu a segunda unidade. Com essa ação, que revela o compromisso  com a saúde da mulher, o DF está  servindo de exemplo para várias unidades da Federação e para o governo  federal. Recentemente, fomos procurados por representantes de municípios do  Entorno, interessados no funcionamento da estrutura.

A qualidade do atendimento da secretaria a mulheres vítimas de  agressões também foi reconhecida pela Comissão Parlamentar Mista de  Inquérito da Violência contra as Mulheres, certo?
Tivemos a oportunidade de apresentar as políticas de enfrentamento à  violência contra a mulher. Eles ficaram muito impressionados com nossos  equipamentos, não só pela estrutura física, mas também pela qualificação  do trabalho e o nível dos profissionais. Esta gestão trata a violência contra a  mulher por meio de uma rede integrada, que inclui parcerias com vários órgãos  do governo, o Judiciário, o Ministério Público e organizações da sociedade  civil. Devido a sua complexidade, o combate à violência só será efetivo se  trabalharmos em rede. Começamos com a capacitação de profissionais da  Segurança Pública e da Saúde e vamos estender para outros servidores.  Já avançamos nessa questão, mas ainda precisamos fortalecer e ampliar os equipamentos, aprimorar as relações da rede e investir na formação de  profissionais que atuam na área.

A Secretaria da Mulher tem, entre seus vários projetos e programas, o Rede Mulher. Como ele funciona?
Trata-se de política pública intersetorial, multidisciplinar e integrada. Desenvolvemos  várias ações a partir do Rede Mulher. Cada um com objetivos bem específicos. Entre elas, posso destacar o "Mutirão de Informação, Formação e Cidadania". Graças a ele, chegamos às mulheres das localidades mais distantes e humildes e oferecemos a elas informações sobre a Lei Maria da Penha – especialmente sobre as várias formas de violência contra a mulher – e  a respeito dos serviços especializados de atendimento à mulher vítima de violência. Já realizamos 33 mutirões e alcançamos 1,5 mil pessoas, entre homens e mulheres. Até o fim do ano, completaremos 40 mutirões.

A Resolução Normativa nº 1/2012, do Conselho de Educação do Distrito Federal (CEDF) e publicada em 18 de outubro, vai assegurar que os direitos da mulher, entre outros temas, sejam conteúdos obrigatórios na rede pública de ensino? O que isso representa para a senhora?
Com essa decisão, haverá um novo paradigma de enfrentamento à violência. Além de multiplicadores, os alunos da rede de ensino estarão aptos a lutar pela educação emancipadora e pôr em debate temas que foram colocados de lado durante muitos anos, como o patriarcalismo e o machismo.

Quais são as perspectivas da Secretaria da Mulher para as próximas ações?
Nas políticas de formação e informação, estamos com projetos para ampliar  a conscientização sobre a Lei Maria da Penha em todo o DF em 2013.  Essa iniciativa tem levado muitas mulheres a procurarem o Poder Público.  Reconhecemos que a qualificação de servidores também é muito importante e  sabemos que a violência doméstica exige políticas de enfrentamento imediatas  e planos de longo prazo. Em uma parceria com o Detran, também estamos  aproveitando a promoção de cursos de mecânica para mulheres a fim  de disseminar a temática no gênero. Queremos que a mulher seja protagonista de sua própria vida, enfrente as  questões de gênero e de violência e crie a cultura de cuidar da própria saúde.

Mais de 5 mil moradias no 

Riacho Fundo II

  Evelin Campos, da Agência Brasília
Mais de 5 mil moradias no Riacho Fundo IIFoto: Brito
 Convênio entre o GDF, a Caixa Econômica Federal e os movimentos sociais vai beneficiar 5.133 famílias de baixa renda
Em uma parceria inédita com a Caixa Econômica Federal, o Governo do Distrito Federal assinou, nesta segunda-feira (5), o primeiro contrato de financiamento do empreendimento Riacho Fundo II – 4ª etapa, que prevê a construção de 1.106 unidades habitacionais. O projeto será executado em quatro fases e beneficiará, ao todo, 5.133 famílias com renda de zero a cinco salários mínimos.

Os contemplados foram selecionados pela Associação Pró-Morar do Movimento Vida de Samambaia (AMMVS), que representou mais de 200 entidades sociais no diálogo com os governos federal e local. O projeto surgiu em 2006, antes do programa Minha Casa Minha Vida. Após anos de reuniões e estudos, o processo foi tirado do papel e passou a integrar o programa Morar Bem, do GDF.

Entretanto, os selecionados para financiar a moradia no Setor não entraram no cadastro do governo. “Por ser anterior à existência do programa, a seleção das famílias foi feita pela Associação”, explicou o secretário de Habitação, Regularização e Desenvolvimento Urbano, Geraldo Magela. “Esse projeto traz um novo formato e consolida uma parceria com o governo federal e os movimentos sociais”, destacou.

De acordo com o convênio, a União é a responsável pela doação do terreno de aproximadamente 1,3 milhão m² e pelo financiamento das moradias por meio do programa Minha Casa, Minha Vida. Ao GDF, cabem as obras de infraestrutura e o desenvolvimento do projeto urbanístico junto à Associação, que também responde pelos licenciamentos urbanístico e ambiental e a lista dos beneficiários.

Segundo o superintendente regional da Caixa em Brasília, Elício Lima, a parceria destaca o Distrito Federal no cenário da habitação no país. “O DF será uma das referências no Minha Casa, Minha Vida e tenho certeza que nos próximos anos fecharemos como a melhor unidade do Brasil”, afirmou. “Espero que possamos celebrar novas contratações e entregar não apenas casas, mas melhores condições de vida para essas pessoas”, completou o vice-presidente de Governo e Habitação da Caixa, José Urbano Duarte.

O projeto – O Setor Habitacional Riacho fundo II – 4ª etapa – terá 2.234 casas e 2.899 apartamentos, totalizando 5.133 unidades. Além disso, serão destinados 40 lotes para comércio de pequeno porte, 72 para uso misto (comércio/habitação) e 12 para construção de infraestrutura básica, como escolas e postos de saúde. A previsão é que o empreendimento seja totalmente concluído em 2014.

Serão firmados, além do contrato assinado hoje, mais três financiamentos. A região contará com infraestrutura urbana completa, com redes de água e esgoto, energia elétrica, iluminação pública, asfalto e calçadas, além de quadras para uso comercial e áreas de lazer. Como contrapartida a essas obras, o GDF receberá os lotes comerciais e de uso misto para que sejam licitados pela Terracap.

O representante da coalizão das entidades sociais pela moradia popular, Carlos Roberto, comemorou a assinatura do contrato. “Essa era uma reivindicação antiga do movimento popular, que buscava políticas para a população de baixa renda. O programa Morar Bem, ‘filho’ do programa Minha Casa, Minha Vida, foi muito importante nesse processo e agora essas famílias terão mais qualidade de vida, morando no que é delas”, disse.

Participaram, ainda, da assinatura do contrato, o presidente da Companhia de Desenvolvimento Habitacional do DF (Codhab), Luciano Queiroga; o presidente da Associação Pró-Morar do Movimento Vida de Samambaia (AMMVS), Antônio Francisco Barboza; e o representante da construtora Direcional, responsável pela edificação das moradias, Danilo Aucélio.

Secretaria de Ordem Pública e Social


Loteamento irregular 

sob a mira do governo

  Da Redação, com informações da Secretaria de Ordem Pública e Social
Loteamento irregular sob a mira do governoFoto: Divulgação Ascom/SEOPS
 Entre julho e outubro, 19 pessoas foram presas
sob acusação de parcelar irregularmente terras públicas
 A ação ostensiva da Secretaria de Ordem Pública e Social do DF (Seops) e da Agência de Fiscalização (Agefis) impediu que criminosos faturassem R$ 66 milhões com o parcelamento irregular de terras públicas, nos últimos três meses. Entre julho e outubro deste ano, 19 pessoas foram presas sob acusação desse crime.  

“O Distrito Federal passou praticamente duas décadas sem um empenho efetivo no combate a ocupações irregulares. Este governo retomou essa preocupação”, afirmou o chefe da Comunicação e porta-voz da Seops, major Carlos Chagas de Alencar. “Nossa intenção é, sempre que possível, impedir o surgimento dos parcelamentos. Até porque é muito mais fácil do que realizar o serviço nada simpático de remover as construções irregulares depois que a terra já foi ocupada”, completou. 

Apenas neste semestre, oito loteamentos irregulares, com área equivalente a 96 campos de futebol, deixaram de ser criados. Segundo a Seops, 1,3 mil novos lotes seriam comercializados de forma ilegal, 76% deles estariam em área pública. Aproximadamente 15% deles já haviam sido comercializados. A última operação da Seops, realizada na quinta-feira (31), resultou na prisão de um casal de corretores que negociava o parcelamento irregular de área no Núcleo Rural Sobradinho dos Melos, no Paranoá. Os dois foram presos em flagrante após denúncia da população, que levou os agentes da Seops à tenda em que o condomínio irregular era anunciado. O lucro pela venda do empreendimento poderia chegar a R$ 2,75 milhões. 

Os agentes do Comitê de Combate ao Uso Irregular do Solo já desarticularam esquemas de parcelamento irregular no Paranoá, em Sobradinho, no Lago Sul, no Riacho Fundo I, em Santa Maria, no Recanto das Emas e em Ceilândia. Perfil das ocupações – Os preços e tamanhos de terrenos variam e, em média, é cobrado até um terço dos valores de mercado. No Condomínio Bouganville, em Sobradinho, alvo da primeira operação do semestre, em 24 de julho, cada lote com 800m² era vendido, em média, por R$ 60 mil. Regularizado, poderia passar dos R$ 130 mil. 

“Orientamos a população para que desconfie. Antes de entregar seu dinheiro na mão de possíveis criminosos, verifique a situação do terreno, consulte a Terracap, a administração regional, o cartório de registro de imóveis e a Agência de Fiscalização (Agefis)”, avisou o major Alencar. “O GDF está atento às tentativas de grilagem e quem investir no que não é certo corre um sério risco de perder seu dinheiro”, completou. 

Em 468 operações, realizadas entre janeiro e outubro deste ano, 4.914 edificações foram retiradas pel Comitê de Combate ao Uso Irregular do Solo. O número é 60% superior ao registrado em 2011, quando 2,9 mil edificações irregulares foram retiradas durante ações da fiscalização em 381 operações.


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sexta-feira, 2 de novembro de 2012

CANDANGOLÂNDIA


Candangolândia comemora

seu 56º aniversário

  Lúria Rezende, da Agência Brasília
Candangolândia comemora seu 56º aniversárioFoto: Mary Leal
Celebração inclui shows e atividades esportivas
Reduto de muitos pioneiros de Brasília, a Candangolândia completa neste sábado (3) o seu 56º aniversário com show do Projeto Rádio Feira, às 10h, na Feira Permanente. Além das comemorações que envolvem atividades culturais ao longo do mês de novembro, a cidade, que abriga 20 mil habitantes – muitos deles trabalharam na construção da capital federal – também celebra a inauguração do Complexo Esportivo. A festa segue até o dia 29 (veja a programação abaixo).

Segundo o administrador Regional da Candangolândia, João Hermeto de Oliveira Neto, o Complexo Esportivo é o maior presente do GDF para a cidade. A estrutura abrigará campo de futebol semioficial com refletores, dois vestiários, tribuna de honra e arquibancadas para receber até 1,5 mil pessoas. Hermeto ressalta que a área é privilegiada, na entrada Sul da cidade. "Ela estava esquecida há muito tempo. Diariamente, 120 mil carros passam por lá."

Além do campo de futebol, o complexo também terá uma pista de caminhada aberta para os moradores. "Houve um cuidado de fazer este caminho para que as pessoas pudessem se sentir seguras, sem exposição ao trânsito e nem à possível violência", salienta Hermeto. Outra melhoria é o projeto do calçadão que liga a Candangolândia ao ParkShopping.

Educação e lazer – Em outubro passado, os moradores da cidade receberam a reforma da Biblioteca da Candangolândia, resultado de parceria entre a administração local e uma empresa de venda de combustíveis, responsável pelo projeto Bibliotecas Casas do Saber, que em cinco anos já reformou e equipou 106 bibliotecas.

A nova biblioteca conta com acervo de mais de 14 mil livros e pode abrigar, nos três turnos, 300 pessoas por dia. A Biblioteca da Candangolândia fica aberta de segunda a sexta-feira, das 7h às 22h, e aos sábados, das 7h às 12h.

Oscar Niemeyer também deixou sua assinatura na Candangolândia. É dele o projeto do Centro de Ensino Médio 1 Júlia Kubitschek. Construída em 1957, com estrutura de madeira, a antiga escola foi demolida em 1989 para a criação de um campo de futebol.

Hoje, a unidade funciona em novo prédio, com área construída de 3.740 m². A estrutura tem 18 salas de aula e capacidade para 2,4 mil alunos, quadra poliesportiva, biblioteca, laboratórios de física, química, artes, biologia e sala de vídeo.

As amigas Laina Iorrane, Vanessa Soares e Stephane Rodrigues, todas com 13 anos, estudam na nova escola. "A gente tinha que ir para o Núcleo Bandeirante para estudar. Hoje, podemos ir andando, já que a escola fica perto de casa", conta Vanessa.

As três estão no sétimo ano e praticam vôlei gratuitamente nas manhãs de segunda, quarta e sexta-feira, na Praça do Bosque. O local está sendo preservado e aguarda definição do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) quanto ao tombamento. A Praça do Bosque possui estrutura de um clube aberto aos moradores da Candangolândia, com parquinho, quadras esportivas, ginásio coberto, churrasqueiras, equipamentos de ginástica, pista de skate, etc. "É o nosso lugar preferido para encontrar os amigos e fazer esporte", afirma Stephane.

Projeto social – Um galpão, um tatame, algumas luvas de boxe e muito improviso. É assim que Wilson Nogueira faz para conseguir atender os duzentos alunos que frequentam, de segunda a sábado, o centro esportivo ao lado da administração. Campeão de títulos nacionais de artes marciais, o lutador já foi morador de rua, mas hoje é ele quem tira pessoas de lá. Wilson Nogueira desenvolveu na cidade um projeto esportivo que integra lutas como judô, jiu-jitsu, muay thai, boxe e MMA.

"É muito gratificante para mim, ver todas essas pessoas dedicadas ao esporte. A equipe da família Grace me tirou das ruas, e hoje eu não quero que qualquer aluno meu passe pelo que passei quando usei drogas e fiquei perdido", pondera Wilson.

O idealizador da prática esportiva local conta com a colaboração de mais quatro professores, todos voluntários. "O problema é o material. Muita coisa que está aqui foi comprada com verba própria. Muitos desses meninos não têm short de luta ou quimono", acrescenta. Entidades ou interessados em colaborar com o projeto podem entrar em contato com o professor pelo telefone: 8636-8857.

Turismo - No dia 17 de outubro, a administração entregou a reforma do primeiro Cofre Público de Brasília, inaugurado em 1957. A estrutura, que guardava os envelopes com o pagamento dos operários que construíram a nova capital, estava abandonada há mais de 20 anos. "Transformamos esse local em ponto de visitação turística, onde as pessoas poderão conhecer um pouco da história de Brasília", destacou João Hermeto de Oliveira Neto.

O cofre fica aberto para visitação, de segunda a sexta-feira, das 7h às 22h e, aos sábados, das 7h às 12h. Até dezembro, ele abrigará a exposição Brasília de Madeira, com registros do início da construção da capital e das primeiras estruturas físicas erguidas.

História – A área da Candangolândia foi utilizada para abrigar as famílias dos operários que trabalharam na construção de Brasília. Após a inauguração da capital federal, muitos se mudaram. Uma parcela permaneceu na Candangolândia, resguardando a memória do acampamento pioneiro. A cidade foi fundada em 3 de novembro de 1956 e se tornou região administrativa em 1994.

Veja a programação completa

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SECRETARIA DE EDUCAÇÃO


Artistas do Palavra Cantada

recebem professores

  Secretaria de Educação
Encontro é voltado aos docentes das escolas públicas do Distrito Federal
Os artistas Sandra Peres e Paulo Tatit, do grupo musical Palavra Cantada, receberão os professores da rede pública de ensino do Distrito Federal para uma roda de conversa. O encontro, denominado Bate-papo com Palavra Cantada, será realizado no auditório Master do Centro de Convenções Ulysses Guimarães, neste sábado (3), às 14h.

De acordo com a assessoria do grupo, os interessados em participar do encontro devem fazer inscrição, que é gratuita, pelo e-mail palavracantada@edilane.com.br. Serão aceitas 600 inscrições.

Palestrantes - Criado em 1994, o grupo Palavra Cantada é detentor de importantes prêmios na categoria música infantil.

Em 2001, o grupo lançou o CD-Livro Canções do Brasil – o Brasil cantado por suas crianças. O projeto envolveu pesquisa e gravação de músicas infantis em 26 estados do país. Interpretadas por crianças locais, essas canções ressaltaram as particularidades culturais de cada região.

SERVIÇO

Bate-papo com Palavra Cantada

Data: 3 de novembro 2012
Horário: 14h
Local: Centro de Convenções Ulysses Guimarães – auditório Master
Entrada franca
Classificação: Livre

SECRETARIA DA FAZENDA


Em dia com o Fisco

  Secretaria de Fazenda
Contribuintes têm até janeiro de 2013 para quitar dívidas com a Secretaria de Fazenda
Quem não quitou o IPTU e o IPVA deste ano terá, a partir de janeiro de 2013, o nome inscrito na dívida ativa. Mas ainda dá tempo de acertar os débitos com o Fisco DF e não perder benefícios como, por exemplo, desconto nos impostos do próximo exercício, pelo Programa Nota Legal.

Já os contribuintes (pessoa jurídica) que foram notificados pelo sistema de monitoramento Malha DF, da Secretaria de Fazenda, e não corrigirem as divergências dentro do prazo estipulado de 30 dias, vencido na última semana, também correm o risco de serem negativados.

A inscrição do CPF ou CNPJ na Dívida Ativa impede o contribuinte de assumir cargos públicos, assinar contratos com o governo, participar de licitações e de usufruir de descontos em programas da Secretaria.

Para regularizar sua situação, é necessária a ida a alguma agência de atendimento da Secretaria de Fazenda para negociação da dívida. Dependendo do valor, o débito poderá ser dividido em até 60 vezes, com entrada de 5% e parcelas a partir de R$ 100.

SAÚDE


Maternidade do HRT colhe

por dia 35 exames para

teste do pezinho

  Secretaria de Saúde
Diagnóstico possibilita detecção de 21 doenças
A maternidade do Hospital Regional de Taguatinga (HRT) coleta sangue dos bebês recém-nascidos para realização do teste do pezinho ampliado. Na média são coletados 35 exames por dia para o teste que possibilita diagnóstico de 21 doenças (metabólicas, genéticas ou infecciosas). Anteriormente o teste permitia a detecção de apenas três doenças: hipotireoidismo congênito, fenilcetonúria e doença falciforme.

Segundo a enfermeira Edilamar Melo de Lucena, o HRT foi pioneiro na realização da triagem neonatal. "Assim que equipe de enfermagem foi treinada, nos organizamos e iniciamos a coleta do material em todos os bebês que nascem na maternidade", diz Edilamar Melo, ao informar que o teste do pezinho começou a ser feito no HRT em 2010.

Vitória, filha de Josiane Melo, 29 anos, passou pela triagem neonatal antes de ir para casa. Josiane sabe da importância do exame e não se incomodou com o choro de Vitória, durante a coleta do sangue. "Eu sei que é importante fazer o exame, meus outros dois filhos também fizeram e, graças a Deus, eles não têm nenhum problema de saúde", disse. Durante o pré-natal e antes da alta, a paciente foi informada sobre o teste do pezinho e sua importância para prevenir várias doenças.

O teste do pezinho é um exame simples. São retiradas algumas gotas de sangue do bebê num papel especial que depois é encaminhado para o laboratório de genética do Hospital de Apoio. Quando é detectada alguma doença, a família é contatada, e o bebê é encaminhado para iniciar tratamento. Com isso muitas patologias graves são diagnosticadas nos primeiros dias de vida evitando o comprometimento da saúde da criança.

O Distrito Federal é destaque em relação ao teste do pezinho. A triagem neonatal é realizada em mais de 95% dos bebês nascidos, e o prazo entre a coleta e o primeiro diagnóstico é de até 15 dias, superando a média nacional que é de 31 dias.

DFTrans opera mais duas 

linhas no Jardim Mangueiral

  DFTrans
Autarquia atende reivindicação da população do condomínio

Desde esta quinta-feira (1º), mais duas linhas de ônibus atendem moradores da região do Jardim Mangueiral.

A linha 180.2 sai do Jardim Mangueiral, quadra 14/15, e vai em direção à quadra 10/11, circulando pelas quadras habitadas. Em seguida, entra na DF-463 com destino à Rodoviária do Plano Piloto, passando pela ponte JK.

Essa linha, por enquanto, terá somente atendimento em dois horários: de manhã, às 6h40, na ida, e de noite, às 18h20, na volta. Existe a possibilidade de ampliação da oferta, caso seja constatado aumento da demanda. A linha garantirá que moradores do bairro sigam de manhã ao centro de Brasília e retornem ao fim da tarde. O trajeto, de 19km, é realizado em aproximadamente 38 minutos.

Já a linha circular 183.6 fará o itinerário São Sebastião-Jardim Mangueiral-São Sebastião, diariamente, com sete viagens.

Essas linhas resultaram das reivindicações da população ao DFTrans, que foram feitas por meio da Associação de Moradores do Jardim Mangueiral e pelo Comitê de Transportes de São Sebastião, em junho deste ano.